Complexo, Hospital

Consumo de chocolates deve ser equilibrado na Páscoa

Segundo recomendações de órgãos de saúde, o ideal é que as crianças só consumam doces a partir dos três anos e na quantidade máxima de 30 gramas por dia

Neste domingo, dia 16, celebra-se a Páscoa. Nessa época do ano, diante das numerosas ofertas de chocolates, é preciso estar atento às crianças para equilibrar a ingestão desses doces. Segundo recomendações de órgãos de saúde, o ideal é que os meninos e meninas só os consumam a partir dos três anos e na quantidade máxima de 30 gramas por dia (o equivalente a um bombom).

O chocolate é geralmente composto por muito açúcar, gordura e uma porcentagem de cacau. “O certo seria que a criança optasse pelo chocolate mais amargo, ou seja, com maior quantidade de cacau. Porém, sabemos que não é o que acontece. O paladar infantil tende para os sabores mais doces”, explica a nutricionista do Hospital Pequeno Príncipe, Maria Emília Suplicy.

Nesses casos, o melhor mesmo é o equilíbrio. “O ideal é conversar com os familiares que se têm mais intimidade e combinar de substituir o chocolate por lembrancinhas de Páscoa. Um ovo apenas é suficiente para matar a vontade do doce”, aponta a profissional.

Uma outra dica é congelar o chocolate que sobrou e fazer sobremesas ao longo do ano. Doar os doces também é uma alternativa. “Assim você pode ajudar alguém e não prejudicar a saúde do seu filho”, destaca a nutricionista.

No dia seguinte à comemoração cristã, de acordo com Maria Emília, são comuns os casos de intoxicação alimentar, causados pela ingestão excessiva de chocolates. “Para aliviar esses sintomas, a recomendação é que nos próximos dias a dieta seja mais leve e rica em líquidos”, relata.

Tipos de chocolate

É importante também estar atento ao tipo de chocolate que a criança irá consumir. Existem aqueles sem lactose, com isenção da proteína do leite, de alfarroba, à base de soja, diet e light. “É fundamental perguntar se as crianças têm alguma restrição alimentar e saber qual é o tipo de chocolate elas podem ingerir”, completa a especialista.

 

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