DSC_0053

Complexo, Hospital

Complexo Pequeno Príncipe e Federação Paranaense e Catarinense de Golfe firmam parceria

Com a presença da golfista olímpica Miriam Nagl, junto do atleta juvenil Daniel Celestino, foi apresentado um projeto de minigolfe para crianças no jardim da instituição

DSC_0072_reduzidaUma parceria entre o Complexo Pequeno Príncipe e a Federação Paranaense e Catarinense de Golfe (FPCG) promete mobilizar ainda mais pessoas em prol das atividades de assistência e pesquisa científica da instituição. Nesta segunda-feira, dia 25, na presença da golfista olímpica Miriam Nagl e do atleta juvenil Daniel Celestino, foi apresentado um projeto para a realização de um minigolfe às crianças no jardim da instituição.

De acordo com o presidente da federação, Daniel Neves, esse é um momento que merece ser comemorado. “Nós ficamos muito felizes em firmar essa parceria. Ela é como uma planta que está sendo regada, vai crescer e produzir muitos frutos, e, nesse caso, as beneficiadas serão as crianças”, destacou.

O coordenador técnico da federação, Enzo Miyamura, explicou como foi o processo de criação do projeto. “O minigolfe é simples, porém o campo tem alguns desafios. Pensamos em criá-lo de uma forma que todas as crianças tivessem acesso, mesmo as que estão com alguma dificuldade de locomoção no momento”.

A parceria é uma iniciativa do programa do Pequeno Príncipe, Gols pela Vida. “Uma plataforma de responsabilidade social no esporte que tem como padrinho o rei Pelé. Com ela, buscamos captar recursos e mobilizar pessoas em prol das atividades do Complexo. Estamos honrados em contar com a ajuda da federação nessa missão”, destacou o diretor coorporativo da instituição, José Álvaro Carneiro.

DSC_0073Miriam Nagl ficou impressionada com as atividades desenvolvidas no Hospital. “O que vocês fazem aqui é muito bom. Obrigada pela oportunidade de conhecer esse lugar. A parceria será, com certeza, um sucesso”, afirmou. Ao final da Olimpíada, a atleta contou que vai doar um taco de golfe para beneficiar a instituição.

Pequeno Príncipe e o golfe
Em maio, o Hospital Pequeno Príncipe convidou o golfista irlandês Rory McIlroy, número quatro do ranking mundial, para visitar a instituição durante a Olimpíada. Em um comunicado oficial, o atleta declarou que não virá ao Brasil por medo de contrair Zika vírus. Diante disso, a instituição foi amplamente citada pela imprensa internacional. Apesar da recusa, outros atletas se mostraram disponíveis para conhecer a instituição. “É muito bom contar com a presença da Miriam e do Celestino”, disse Carneiro.

Os atletas

– Miriam Nagl

A atleta nasceu em Curitiba e morou na cidade até completar oito anos, por conta do trabalho de seu pai. Em 1989, voltou à Alemanha com a família, onde começou a jogar golfe. Em 2014, porém, sua relação com o Brasil foi retomada. Incentivada pelo diretor do Circuito Europeu e com foco na Olimpíada, a atleta decidiu competir pelo país, já que essa era a forma mais viável de conseguir uma vaga olímpica. Objetivo alcançado, Miriam assumiu a liderança do ranking e conquistou um lugar nos Jogos do Rio em 2016.

– Daniel Voswinckel Celestino

Com apenas 15 anos, Daniel é uma das grandes promessas do golfe. O atleta começou a jogar em 2006, aos cinco anos. Seis anos depois, foi o mais jovem paranaense a ingressar na primeira categoria do golfe adulto. Atualmente, Daniel tem registro na Federação Paranaense e Catarinense de Golfe e é também atleta membro do “Programa de Alto Rendimento” da Confederação Brasileira de Golfe (CBG).

+ Notícias

Faça sua doação