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Centro de Educação Infantil (CEI) do Hospital completa 30 anos de história

Pautado pelo amor à criança, o local atende os filhos dos profissionais que trabalham no Pequeno Príncipe

O amor à criança é um princípio norteador do Pequeno Príncipe e no Centro de Educação Infantil (CEI) da instituição não poderia ser diferente. Há 30 anos, o local atende os filhos dos colaboradores do Hospital, Faculdades e Instituto de Pesquisa durante o expediente de trabalho. Ao longo das décadas, centenas de bebês e crianças de até quatro anos desenvolveram suas potencialidades por meio da orientação de profissionais dedicados à educação infantil, que prezam pelo cuidado, aprendizado e valorização do ser.

O projeto foi idealizado em 1988 pela diretora-geral da Faculdades Pequeno Príncipe, Patrícia Rauli, que, quando era estudante de Psicologia e fazia estágio no Hospital Pequeno Príncipe, entrou em contato com diferentes colaboradores e percebeu que muitos não contavam com um local apropriado para deixar os filhos durante o trabalho. “O objetivo então foi criar um espaço de educação para que os profissionais pudessem deixar os seus filhos bem atendidos e, assim, cuidar com carinho e tranquilidade das crianças em tratamento no Hospital”, destacou a idealizadora do projeto.

Os trabalhos iniciaram no dia 8 de agosto de 1989. “Esses 30 anos de história são muito importantes no contexto do centenário do Hospital, pois significa que, quase em um terço dessa história, nos preocupamos em trabalhar a educação infantil, além da saúde infantil. Isso amplia a nossa missão, fortalece o nosso eixo norteador e o princípio maior que é o amor à criança”, completou Patrícia Rauli, que acredita que as expectativas para os próximos anos estão relacionadas à melhoria contínua dos serviços, que já conta com uma equipe de excelência.

Atualmente, o CEI atende 72 crianças de quatro meses a quatro anos. Para o trabalho ser realizado da melhor forma, o local conta com a colaboração de 28 profissionais, como coordenadora, pedagogas, professoras, monitoras, serventes de limpeza, copeiras, além de estagiárias. “Nesses 30 anos, a instituição foi crescendo e os profissionais se aperfeiçoando. Construímos uma identidade alicerçada em uma pedagogia que ouve a criança, acolhe, acredita, cuida e estimula para um desenvolvimento significativo com amor e afeto”, enfatizou a coordenadora do CEI, Ariela Fernanda da Silva de Jesus, e a pedagoga Rosenilda Pires Zimermann.

Histórias marcantes desses 30 anos

O que cada história tem em comum? Muito amor, carinho e dedicação pela profissão, pelas crianças e pelo CEI. Confira e inspire-se!

“Entrei no CEI como monitora, tive a oportunidade de estudar e me aperfeiçoar para atuar como professora. Minhas filhas também passaram por aqui e posso dizer que me sinto realizada, tanto profissionalmente como pessoalmente. Orgulho em fazer parte dessa história, pois muitos dos meus sonhos se tornaram realidade enquanto eu estava aqui.” – Elisângela do Rocio da Silva, colaboradora do CEI há 26 anos.

“Comecei a trabalhar no CEI como servente de limpeza e, ao longo dos anos, tive a oportunidade de estudar e crescer aqui dentro. Não me vejo em outro lugar, aqui é minha segunda casa, é a extensão da minha família! Tenho a certeza que escolhi a profissão certa, pois é gratificante perceber que pude plantar uma sementinha em cada criança que por aqui passa.” – Eloísa Maria Coronado, colaboradora do CEI há 24 anos.

“Logo no início, trabalhei na Copa e também tive a oportunidade de cursar o magistério e faculdade. Atuei como monitora e hoje sou professora. Sempre amei crianças, principalmente quando tive gêmeos. Eu amo tanto o CEI, não me vejo fazendo outra coisa sem ser isso. Algo me trouxe para cá e posso dizer que a minha vida é estar com essas crianças.” – Maria de Lourdes Borges, colaboradora do CEI há 20 anos.

“Sempre quis ser professora, mas foi aqui no CEI que surgiu essa oportunidade. Entrei como servente de limpeza e pude estudar para me aperfeiçoar e me tornar professora. Me encanto pelas crianças, elas são minha vida. É muito gratificante acompanhar o desenvolvimento delas. Amo também fazer parte desta equipe e da história do CEI e do Hospital.” – Maria Rosa Lisboa Vieira, colaboradora do CEI há 17 anos.

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