Hospital

Bruninho, astro da seleção masculina de vôlei, visita o Pequeno Príncipe

De passagem por Curitiba, o atleta olímpico conheceu a história de quase um século do hospital. O jogador também interagiu com os pacientes, familiares e colaboradores da instituição

Inspiração para milhares de jovens brasileiros, Bruno Mossa de Rezende, mais conhecido como Bruninho, movimentou a manhã desta sexta-feira, dia 10, no Hospital Pequeno Príncipe. De longe, com os seus quase 2 metros, era reconhecido por crianças, familiares e colaboradores. Esbanjando simpatia, o jogador ficou encantado com a história centenária do Hospital Pequeno Príncipe.

O filho do ex-técnico da seleção masculina de vôlei, Bernardinho, está de passagem por Curitiba para disputar a última partida regular da Superliga 2016-2017 pelo Sesi – SP, que será realizada no sábado, dia 11, contra Caramuru/Castro, em Castro. Mesmo com a pressão normal em torno de um jogo decisivo, Bruninho não hesitou ao convite de passar a manhã no Hospital.

Com um histórico vitorioso, o levantador, exemplo de sucesso para as novas gerações, ficou sensibilizado com as histórias de luta e superação dos meninos e meninas em tratamento no Pequeno Príncipe. Ligado a projetos sociais, como o do pai, que fundou em Curitiba o Instituto Compartilhar, Bruninho se diz gratificado e honrado pela oportunidade de conhecer a história do Pequeno Príncipe e de fazer parte das vivências das crianças e adolescentes.

“Ter o sorriso e a pureza dessas crianças desde a minha chegada, até a minha saída, e também poder trocar um pouco de experiência é uma inspiração pra mim. Eles são guerreiros e é bom conhecer projetos e pessoas que lutam pela qualidade de vida deles”, expõe o atleta.

Tetracampeão pela Liga Mundial de Vôlei, Bruninho foi escolhido como levantador do “time dos sonhos” pela Federação Internacional de Voleibol (FIVB) na Olimpíada Rio-2016. Disposto, o atleta posou para fotos e visitou vários serviços do Hospital Pequeno Príncipe.

“O Bruno e sua família conhecem o grau de dificuldade extremamente elevado, que é uma competição olímpica, por exemplo. E aqui temos uma situação semelhante em grau de dificuldade para poder oferecer para a criança o que a medicina tem de melhor. Sem contar que o alto astral e humildade desse garoto nos traz muita alegria. Não é todo dia que se recebe um campeão, em todos os sentidos”, aponta o diretor corporativo do Complexo Pequeno Príncipe, José Álvaro da Silva Carneiro.

 

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