Complexo, Hospital

Bernardinho, ex-técnico da seleção brasileira de vôlei, se encantou com trabalhos realizados pelo Pequeno Príncipe

Visita à instituição busca estreitar laços entre o Instituto Compartilhar, fundado pelo ídolo do esporte, e o Hospital

Preocupado com o bem-estar das crianças e adolescentes em todas as atividades que pratica, Bernardinho se emocionou com a visita ao Hospital Pequeno Príncipe.

Um dos mais queridos nomes do esporte brasileiro, Bernardinho visitou o Hospital Pequeno Príncipe no início desta semana. “Incrível. É um grande aprendizado de vida. A troca de um simples gesto faz toda a diferença, não só para os pacientes, mas para quem visita também”, comenta.

Responsável pelo Instituto Compartilhar, que tem a missão de garantir a crianças e adolescentes a oportunidade de praticarem esporte de uma forma divertida ao mesmo tempo em que aprendem valores essenciais para a sua formação, Bernardinho ressaltou a dedicação da equipe do Pequeno Príncipe e a importância da família no tratamento. “O trabalho é excepcional, assim como a atenção dos pais e dos familiares, que felizmente podem fazer parte desse processo”, avalia.

Importante nome do voleibol mundial, o ex-atleta quer estreitar os laços entre o Instituto Compartilhar e o Hospital. Por conta de sua dedicação e trajetória vitoriosa em prol da infância e da adolescência, Bernardinho recebeu da direção do Complexo Pequeno Príncipe a medalha que representa o 595.º gol de Pelé, feito com maestria na semifinal da Copa Libertadores de 1963. Naquele ano, o Rei jogava no Santos e a partida era contra o Botafogo, que perdeu de 4×0 para o time paulista. A medalha simboliza o terceiro gol de Pelé na partida.

Para José Álvaro da Silva Carneiro, diretor corporativo do Complexo Pequeno Príncipe,  os 22 anos de atividades de Bernardinho no vôlei brasileiro e seus mais de 30 títulos conquistados servem de estímulo e incentivo às novas gerações. “Bernardinho fez história no esporte e agora se dedica a uma importante causa social, que muda a vida de crianças e adolescentes. É um profissional que tem sensibilidade para entender o que significa trabalhar com enorme grau de dificuldade, como acontece aqui no Pequeno Príncipe diariamente”, avalia.

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