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50 anos de amor e dedicação às crianças

Ety da Conceição Gonçalves Forte é homenageada em celebração ao trabalho voluntário no Pequeno Príncipe

As cinco décadas que marcam a dedicação de Ety da Conceição Gonçalves Forte às crianças e adolescentes em tratamento no Hospital Pequeno Príncipe são definidas por ela de forma simples: “É como se cada criança fosse um filho e, mesmo na dor, você percebe no olhar a alegria que eles têm quando o voluntário chega para brincar. É transformador”, revela.

Presidente voluntária da Associação Hospitalar de Proteção à Infância Dr. Raudsc_5346l Carneiro desde 1966, dona Ety, como é conhecida, foi homenageada pelos voluntários da instituição no sábado, dia 1.º, em confraternização que marcou a celebração do Dia do Voluntário Paranaense, 27 de setembro. O encontro reuniu 65 voluntários do Pequeno Príncipe e da Associação Eunice Weaver do Paraná.

“É uma emoção que não cabe no nosso coração. A mãe é uma voluntária símbolo não só do Paraná, mas no Brasil, porque olhou e viu mais do que uma estrutura, viu a possibilidade de cuidar e transformar”, orgulha-se a diretora executiva do Hospital, Ety Cristina Forte Carneiro.

dsc_5420Para a diretora-geral da Faculdades Pequeno Príncipe, Patricia Forte Rauli, a caçula da família, a dona Ety é um exemplo que ensinou que “a vida é alegria, cor, filosofia, irreverência, doação e generosidade”. Emocionada declarou: “Mãe, você é um exemplo de luz que se multiplica por todas as crianças”.

Missão

dsc_0025Ser um voluntário é especial. “Ninguém é chamado a um hospital sem motivo, seja como voluntário ou para trabalhar, com certeza essa é uma missão única, que nem sempre é fácil”, ressalta dona Ety. A coordenadora do Setor de Voluntariado, Rita Lous, completa: “Nós nos deparamos com as situações mais diversas, alguns dias são difíceis e, às vezes, até  dá vontade de desistir, mas um laço nos une”.

Dona Ety, uma voluntária de coração, conta que tem o espírito renovado em cada encontro com as crianças. “Durante esses 50 anos, muitas pessoas me perguntaram se eu não me cansava de ter um compromisso fixo, uma obrigação, e eu nunca me cansei, porque a cada encontro com as crianças, o voluntário passa a ser um menino e uma menina”.

 

 

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