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Complexo, Hospital

4 dicas para semear e promover a amizade na infância

Nesta quarta-feira, dia 20, é comemorado o Dia do Amigo. Por conta disso, o Pequeno Príncipe preparou dicas especiais para esse momento tão importante na vida das crianças

DSC_0202Grandes amigos nascem de pequenos gestos e sentimentos cultivados diariamente. Nesta quarta-feira, dia 20, é celebrado o Dia do Amigo. Pensando nisso e na importância dessas relações pessoais durante a infância, o Hospital Pequeno Príncipe separou algumas dicas imprescindíveis para semear e promover esse vínculo. Confira!

1 – Estimule seu filho a ter amigos

Os pais e responsáveis devem incentivar os pequenos a estabelecer relações de amizade. Como? “Promover encontros entre os colegas e deixar que eles tenham autonomia no desenvolvimento desses relacionamentos é um bom começo”, destaca a coordenadora do setor de psicologia do Hospital Pequeno Príncipe, Ângela Bley. Além disso, ter amigos é um dos primeiros passos no processo de inclusão social da criança.

2 – Valorize as relações de amizade

É com elas que os pequenos aprendem a ter limites e a tratar o próximo com alteridade, ou seja, colocando-se no lugar dele. “A amizade torna as pessoas melhores pelo autoconhecimento. Um amigo pode apontar nossos defeitos e qualidades e nos estimular a melhorar, sem que fiquemos chateados”, aponta a psicóloga. “Resumindo, ter um amigo é tudo de bom”, completa Ângela.

3 – Seja um bom amigo

Pais e responsáveis também devem ser bons amigos. Porém, não podem se esquecer que exercem uma posição de maior autoridade. “É importante estabelecer uma relação de amizade com os filhos, ter um diálogo aberto e saber ouvir. Porém, os pais devem lembrar de impor limites e também orientar sempre que necessário”, explica a psicóloga.

4 – Cuidado com os amigos imaginários

Grande parte das crianças, com maior frequência nas que são filhos únicos ou passam mais tempo sozinhas, têm amigos imaginários. Saber lidar com a situação é fundamental. “Isso não é um problema, ao contrário, é normal. Porém, os pais devem ficar atentos, não incentivar, mas aceitar. Brigar com o filho e dizer que o amiguinho não existe, não é a solução”, observa Ângela.

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