Neurologia

Informações

SUS

Telefone: (41) 3310-1322
Atendimento: Das 8h às 17h, das segunda a sexta-feira
Endereço: Rua Brigadeiro Franco, 2700B

 

Convênios e Particular

Telefone: (41) 3310-1293 e 3310-1355
Atendimento: Das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira
Endereço: Av. Silva Jardim, 1677

E-mail: neurologia@hpp.org.br

Médico responsável: Dr. Alfredo Löhr Junior (CRM-PR 5657)

 

O Serviço de Neurologia Pediátrica do Hospital Pequeno Príncipe é considerado um dos mais completos na área de pediatria. É formado por Ambulatório de Epilepsia, Ambulatório de Distúrbios de Movimento e Paralisia Cerebral, Ambulatório de Erros Inatos do Metabolismo, Ambulatório de Distúrbios de Aprendizagem e Serviço de Eletroencefalografia.

O Ambulatório de Erros Inatos do Metabolismo é o único do Paraná a investigar e diagnosticar doenças complexas e raras da infância e tem uma equipe multidisciplinar composta por neurologistas, geneticista, endocrinologista, cardiologista, nefrologista, hepatologista, nutricionista e neurologista. Os profissionais se reúnem uma vez por mês para analisar casos de doenças raras, multissistêmicas (afetam vários órgãos) e de difícil diagnóstico. É um trabalho pioneiro no Paraná e um dos raros existentes no Brasil. O tratamento envolve medicamentos que muitas vezes não estão disponíveis no país, além de dietas específicas para cada caso, o que exige um grande envolvimento das famílias, assim como mobiliza toda a rede pública de saúde no acompanhamento dos casos após o período de hospitalização.

O serviço oferece consultas ambulatoriais para pacientes do SUS, de convênios e particulares. Os pacientes do SUS precisam ser encaminhados por uma unidade básica de saúde da cidade de origem da criança ou adolescente – por meio das centrais de agendamento de consultas. Para agendar uma consulta particular ou por meio de um convênio médico basta entrar em contato pelo telefone (41) 3310-1293 e 3310-1355.

 

Caso de sucesso

Setor de Neurologia detecta o primeiro caso de doença rara no Brasil

A pequena Grace Dacol, de 9 anos, nasceu no Canadá, mas mora no Brasil com os pais desde os 6 anos. Começou a ter febre, dores de cabeça e de ouvido, distonia (contrações involuntárias e repetidas dos músculos) e agitação, chegando às crises convulsivas. Nos momentos agudos das crises, parava de falar e de andar. A mãe, Márcia, levava-a a médicos e hospitais, mas como os exames não apontavam qualquer problema, Grace não podia ficar internada nem receber tratamento adequado. A situação só começou a melhorar quando, em agosto de 2010, ela foi ao Pequeno Príncipe, onde foi atendida pela neurologista pediátrica Mara Lúcia Schmitz Santos, do Ambulatório de Erros Inatos do Metabolismo, do setor de Neurologia.

Foi levantada a hipótese de que Grace sofria de encefalite para o receptor anti-N-metilaspartato, uma doença neurológica que foi diagnosticada pela primeira vez no mundo em 2007 e que, se não for tratada adequadamente, leva à morte. Enquanto se aguardavam os resultados dos exames — feitos na Pensilvânia-EUA, um dos três únicos lugares do mundo que realizam esse tipo de exame —, iniciou-se imediatamente o tratamento no Hospital Pequeno Príncipe. Era um caso de vida ou morte e não dava para esperar. Por fim, as suspeitas dos médicos se confirmaram. Identificada a doença rara, com o tratamento adequado Grace tem a chance de voltar a ter uma vida normal em até três anos.

Atualizado em 28/05/2014

 

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